Salgadinho
A léguas do litoral
Despejei meu coração
Mas Deixei-o,
Entre as barragens e as palmas,
As juremas e as serras,
Perdido,
Na inumerável estrada de barro.
Semelhante a uma espinha
Com seu início esverdeado
Ao longo do barro o chão rachado
E as gramas mudando a cor
Do verde ao amarelado
Do ar, intenso calor.
O sol era o mais ínfimo do amarelo
Ao fim de tarde
Mal distinguia-se sua cor
E as andorinhas
Com seu bando em dança
Faziam-se de guia
Lá do céu pra esta terra santa.
Ao Topo da serra, o cruzeiro
Lugar que o povo nomeou
E do seu alto vê-se a toda Salgadinho
Esta terra que o coração amou.
Assim como todos os fins
O campo-santo
O que se encontra ao término de Salgadinho
E é nesse meio que se começa a vida
Deixando enterrada todas as feridas
Para que no coração só fique
A esperança de um dia amar.
Assim como todos os fins
O campo-santo
O que se encontra ao término de Salgadinho
E é nesse meio que se começa a vida
Deixando enterrada todas as feridas
Para que no coração só fique
A esperança de um dia amar.
Quem em Salgadinho passa uma vez
Não se cansa de voltar
Encantado com as belezas
Que Deus brotou naquele lugar
E destá que eu voltarei
Aquela terra Santa
Para o meu coração buscar.
Não se cansa de voltar
Encantado com as belezas
Que Deus brotou naquele lugar
E destá que eu voltarei
Aquela terra Santa
Para o meu coração buscar.
Àquela =P
ResponderExcluirGostei (Y)
=*
Bjo, amigan!