sábado, 30 de outubro de 2010

Veleiro

Longínquas águas vou seguindo   
O meu mar me abandonou
No horizonte vou sumindo
E nesse barco a vela vou
Em busca de outro amor.

Se eu soubesse nadar
Se tivesse remo pra remar
A aquelas águas eu voltaria
Pra ao meu mar reconquistar.

Mas meu destino 
É o vento quem vai traçar
Nesse repuxo da maré
Onde outros mares vão chegar.






sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Santa Terezinha



 

Uma flor que brotou das rosas                   
E que em rosa, 
Brotou flores de amor nos corações.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Prudência

Não vês que em mim não existe?
Por que tanto comedimento?
Talvez este seja o erro
Ou somente meu.

Meus sonhos e desejos
Pouco importam-se
A conjugar tal palavra
Talvez este seja o erro
Ou somente meu.

As palavras proferidas ressoam
E pra quê guardá-las?
Teimas em persistir descrição nelas
E em teu coração
Talvez esse seja o erro
Ou somente meu.

Se pedes-me prudência
Ensina-me, se assim for o certo
Ou afasta-te
Para que não encontres tantos erro
E que eles não sejam apenas meus.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Recomeço












Triste do espelho que me olha
Triste do amor que eu não quero ver
Triste das lembranças esquecidas
Triste de mim sem ter você.

O meu reflexo me ignora
A minha vida não quer mais amar
Tudo que é novo
É esquecido
Pra eu não ter motivos de chorar.

Naveguei, Busquei
Mergulhei, tentei
Esquecer aquelas mágoas passadas
Para em um novo mar me banhar
Esquecer aquelas mágoas passadas
Pra você à minha vida voltar.


                                                                                              
Dedicado a Caroline Gomes.

Cidade

Efervecência
O ônuo inicia-se ás 3:00h
As faces rugem o cansaço
Que favorece o vulgo...                                   

domingo, 24 de outubro de 2010

Desejo de te Amar

De todos os sorrisos
De todos os olhares
De todas as palavras
De todos os gestos
O teu, revela o mais bonito
Tão infinito...
És minha especial afeição
Basta-me te imaginar
E assim sonhar
A mais perfeita paixão

Eu não te vejo
Oh! Meu amor,
Estas difuso em mim
E da dor
Que faz meu coração dilatar
Eu suspiro
Nesse desejo de te amar

Oh! Meu amado
As horas não passam
Elas riem de mim
Mas eu espero o alvorecer
Nos raios que trazem você
Amor que me faz pecar
Por que não me vem pensar
Viver,
Sem este desejo de te amar.

Quem é Ele?

Ele não tem dono Tem morador de passagem
Ele não tem nome Mas, o chamam de amor
Ele vive E vez em quando, morre de dor
Ele chora E suas lágrimas são de sangue
Ele bate, Normalmente sozinho
Vez em quando por alguém
Ele chama E as vezes não quer ter ninguém
Ele dança E na sua dança, chama pra dançar
Vez em quando tenta enganar
Ele existe Vez em quando não queria existir
Ele salta, grita, sorrir Mas, só existe em vida
Pra fazer amar, viver e ser feliz.

sábado, 16 de outubro de 2010

O olhar

Os olhos são ferramentas da boca
São esferas de luz
E o que dizer de um olhar,
Se ele reflete-se de tantas maneiras?
Um olhar conquista,
Um olhar alegra,
Um olhar inspira
E apenas um olhar
Reflete a mim a tua imagem.
Os olhos são ferramentas da boca
O olhar é a língua.
Língua que não fala
Mas, que transborda em risos
Ao fixar-se em outra
Ainda assim pergunto-me:
- E o teu olhar?
Abriga mistérios...
Dos quais eu navegaria
Mas contento-me,
Por que além de misterioso
É sincero
E se acaso me confundes
Uma sinceridade pura.
Mas esse olhar,
Que enfeitiça com sua graciosidade
É apenas um?
Ou fizestes dele
Um fiel amigo da boca?
Pois me confunde,
Me questiona,
Me faz ter insônia.
Mas, isso não importa
O que importa é o teu olhar
Aconchegante como a beleza da luz
Afinal, os olhos são ferramentas da boca
E o olhar é a língua.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O que é ?

Verso ao leste, ele adormece
E não entardece, resplandece.